Juan Ribaut

Há muitos anos que trilho os caminhos humanos, e muitos anos que me faço perguntas e mais perguntas, procurando respostas que me possam dar uma luz para melhor entender o ser humano e seu comportamento.
Tanto meus estudos “oficiais” como minhas pesquisas depois, sempre tiveram como objetivo fundamental o ser humano, a vida e descobrir a essência das coisas.
Para aprender a pensar e conhecer o que o ser humano pensou ao longo da história fiz a faculdade de Filosofia. Aprendi lógica, metafísica, antropologia, epistemologia…
Fiz uma especialização em Psicologia Evolutiva, para entender melhor o comportamento humano.
Para saber como ele se expressou ao longo dos tempos, fiz a Faculdade de Educação Artística. Aprendi história da arte, da literatura, pintura, escultura, música e a influência que tem no ser humano cada uma destas expressões de sua alma. Aprofundei-me especialmente na música, trabalhando durante vários anos diretamente com ela, como Maestro. Regendo corais tive experiências fantásticas de como a Música tem dentro de si um imenso poder de transformação.
Para entender melhor a parte de Transcendência do ser humano, fiz a Faculdade de Teologia. Aprendi história das religiões, as diferentes formas da humanidade se comunicar com Deus ou O Ser Superior que, de uma ou outra forma, com diferentes roupagens, está na alma de todos os povos, em todas as épocas. Estudei a fundo os livros sagrados, especialmente a Bíblia para tentar entender melhor os ensinamentos que neles se ensinam.
Para conhecer mais a fundo o interior do homem, Fiz O Curso Superior de Psicanálise Clínica, Onde Estudei fundamentalmente o inconsciente e todas as suas teorias e práticas terapêuticas. Estudei, na época Freud, Jung, Adler, Erick From…todos os que estavam aportando algo mais ao conhecimento do inconsciente.
Todo isto foi parte do conhecimento que adquiri no ensino oficial, em Universidades de diferentes partes do Mundo.
Depois veio a prática, com a que realmente se aprende.
Foi professor de muitas matérias, desde o ginásio até a Faculdade.
Pratiquei, durante vários anos, a Psicanálise, assim como também lecionei “ciência Psicanalítica” na Escola superior de Psicanálise de São Paulo.
Mas, minha ânsia de conhecer foi além do que tinha aprendido até então.
No inicio da década de 70, comecei a entrar num campo que me iria levando a outros conhecimentos, outras formas de fazer terapia, a outra forma de ver a problemática humana e também o seu poder.
E o inicio desta mudança foi o encontro com a parapsicologia. Ela me deu um novo aspecto do Inconsciente. Mostrou-me um Inconsciente mais amplo, com problemas, sim, mas também com soluções, com um Poder praticamente ilimitado se aprendêssemos usá-lo.
Comecei a trabalhar como terapeuta numa clinica, na época inovadora, em que se usava a Parapsicologia e sensitivos como uma parte fundamental do processo terapêutico. Fazia o que se chama “regressão de idades”, através de hipnose, tinha como ajudantes, sensitivos, pessoas com uma profunda sensibilidade, que eram preparados para este trabalho de terapia.
Eu aprendi muito com eles. Eles me diziam o que viam e eu fazia o mesmo com Radiestesia, que já na época usava como um instrumento de análise fantástico. Hoje, após quase 40 anos de contato direto com a Radiestesia poso dizer que é a ferramenta mais simples e interessante que eu conheço para aprender coisas que de outra forma nunca se chegariam a conhecer. Eu considero a Radiestesia como o “monitor da Mente”, tamanha sua importância. Mas deixemos isto por enquanto.Usava a hipnose e outras técnicas que me serviam para ajudar mais rapidamente aqueles que precisavam de mim.
Foi uma época de muito trabalho e muito enriquecedora.
Tinha muitas consultas, dava muitos cursos, e cada dia aprendia coisas novas, ajudando a muitas pessoas.
Foi uma época de descobertas fantásticas.
Nela aprendi que temos uma Mente Impressionante, um Poder, em teoria, Ilimitado.
Mas também que não a conhecemos e por isso usamos inconscientemente todo esse Poder para nossa própria destruição.
A partir de aí, foi aprofundando nas pesquisas sobre a Mente Humana, com a Neurociência, um ramo da ciência incipiente naquela época, com a PNL, programação Neurolinguistica, com a ciência quântica, que me trazia fundamentos científicos para outro tema em que me especializei desde então e que me tem feito conhecer melhor ainda a própria Mente e seu Poder: a Radiônica, com a que alcancei renome Internacional.
Nesta época também tive contato com a filosofia Huna, com a ciência Tolteca que me davam grandes subsídios para entender cada vez mais o inconsciente e seu poder.
Participei de Congressos Nacionais e Internacionais como conferencista, mostrando meu trabalho nestes temas sempre relacionados com a mente e suas potencialidades e ferramentas que ajudam em seu desenvolvimento. Escrevi alguns livros. Dei centenas de cursos, palestras, a maior parte dentro do contexto terapêutico.
E Sempre com a finalidade de ajudar na solução de problemas, para dar condições de cura, de ensinar autocura.
Pesquisei todo tipo de sistemas de cura, antigos e modernos e foi descobrindo que a essência é sempre a mesma com diferentes roupagens.
Até que um dia percebi que tinha que dar um passo além. Deixar a doença de lado e começar a olhar à vida. Não curar, nem ensinar auto cura somente, mas criar um sistema em que não se precisasse fazer nada disso porque não ficaríamos doentes, ou pelo menos, não tanto.
E como cheguei a esta conclusão?
Sempre soube que a sintonia cria ressonância e aumenta a força dessa freqüência.Por exemplo, se temos numa sala cinco pianos afinados perfeitamente, se toco num deles a tecla Do a ressonância vai fazer com que escutemos o Do dos cinco pianos ao uníssono, aumentando consideravelmente o volume do Do. Não é assim?
Muito bem, um bom dia eu percebi, caiu minha ficha como eu digo, que um dos motivos pelos quais não saímos da doença é porque estamos constantemente sintonizados com ela. Queremos sair dela, mas sempre estamos preocupados com ela, tendo medo dela, falando dela, olhando-a, analisando-a, curando-a, quer dizer, sempre estamos em volta dela, e, como uma conseqüência lógica ela está sempre atraindo-nos e aumentando. Quando prestamos atenção em algo o que fazemos é aumentar sua força, transferindo nossa energia para esse algo.
A preocupação é uma atenção quase hipnótica, o mesmo que o medo. Assim preocupar-nos com a doença, mesmo que seja para pesquisá-la ou para ir contra, somente vai criar mais doença.Eu vou dizer algo que pode chocar, mas analise-o antes de criticá-lo. Quanto mais profissionais dedicados a pesquisar doenças e a “curar” doenças, mais doenças haverá. Pense um pouco.
Então, o que fazer? Muito simples, para tirar a escuridão acenda uma luz e para fazer desaparecer a doença, coloque mais vida.
Se tivéssemos mais profissionais dedicados a pesquisar a vida e a dar mais vida, a pesquisar a Mente e seu Ilimitado Poder, com certeza as doenças deixariam de existir, ou pelo menos diminuiriam muito. E veja que não estou falando em saúde, porque saúde é um sintoma natural da vida, assim como doença é também um sintoma da “não vida”. Estou falando do que dá sustento à saúde como sua causa, que é a vida.
Esta tomada de consciência me levou a criar um projeto que teria como propostas, um novo projeto social, uma nova educação, desenvolvendo o grande Poder da Mente e uma nova forma de conseguir a liberdade financeira. Isto daria a possibilidade de criar mais vida em nosso entorno.
O que quero ir mostrando aqui é como pode ser feito.
Serve para algo?
Um abraço!!! Juan