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É COMUM encontrar pessoas aflitas em todos os cantos da cidade.
No trânsito, na fila do ônibus, metrô, em bancos, supermercados e até nos lugares onde vamos para nos divertir, como teatros, cinemas… O tempo de espera parece interminável, o celular sem sinal no ambiente fechado, o wifi que não conecta ou ainda o lugar é publico e não sabemos a senha…
Parece que vamos explodir de tanta raiva quando as coisas não funcionam.
Ficamos reféns dos sistemas e de tudo e em especial da internet. Tudo tem senha, sinal, conexão, rede, enfim um monte de coisas que temos que decorar para estarmos ligados, plugados.
Exatamente isso, plugados, como se fossemos robôs que necessitam de baterias ou uma fonte de energia elétrica para funcionar.
Estamos cada vez mais robotizados e com isto dominados por um sistema de controle invisível, mas, eficiente a ponto de não termos outra opção, senão, continuar esperando pelo sinal, pela senha, pela AUTORIZAÇÃO.
A modernidade nos trouxe muitas facilidades, mas, o custo a ser pago é caro demais.
Perdemos não só a liberdade, mas, antes de tudo a possibilidade de usar nosso livre arbítrio.
Temos um comando central que nem conhecemos e tampouco nos conhece porque somos somente um número de identificação, um IP, ou um registro de APP. Trocamos o conforto da indicação pelo compromisso de escolher pela experiência.
Sim, o poder de experimentar. O interessante é que viemos para a Terra nesta encarnação com o objetivo de evoluir como espírito e quando nos tornamos cidadãos, educados, perdemos a pureza de nossa capacidade de experimentar.
Quando nascemos, usamos nossos instintos e aprendemos experimentando o que nos é imprescindível para executar nossa função no planeta, nossa missão.
Não temos manual de instruções e no entanto, mesmo assim, seguimos experimentando e realizando porque a cada tentativa frustrada, mudamos a forma de fazer e experimentamos de novo.
Assim, aprendemos a mamar, falar, andar, correr…
Nos tornamos adultos e passamos a fazer parte do grupo controlado pelo sistema que nos dirige como autômatos pelos caminhos que em geral não são nossa proposta de vida, de encarnação.
Assim, fazemos do mundo que vivemos, meros espaços de convivência, e juntos, como gado indo pro matadouro (como diz a canção de Zé Ramalho), disputando um espaço de permanência, mas, caminhando sem destino até que a “morte nos separe”.
De repente, no meio do nada, acontece algo que não estava previsto no sistema e acordamos…
Parece um pesadelo, o corpo doe, mas não tem feridas e não sangra pele afora… A dor é profunda, porque doe a alma.
Na metade da vida, em geral, somos acordados desse pesadelo e nos deparamos com a vida que pode muito mais, mas, não estamos acostumados a enfrentar os desafios que a necessidade de experimentar nos oferece.
Já ficamos acostumados a fazer o que os outros nos ditam como moda e comportamento.
Somos quase que obrigados a agradar a todos e nos esquecemos de nós mesmos. Perdemos a referência… A dor é silenciosa, porque não parece que doe tanto e vamos empurrando com barriga até onde podemos.
Mas, tem um dia que a “casa cai”!
Quando nos damos conta, percebemos que estamos estressados, deprimidos, distraídos e distantes de nossa verdadeira vontade de continuar vivendo. Mas, não se assuste porque você não está sozinho. O planeta tem 40% de sua população diagnosticada com “depressão”.
Ah, mas, está bom, porque o sistema fatura trilhões de dólares por ano vendendo medicação controlada para todo mundo…
E ainda, vendendo drogas e álcool disfarçados em felicidade para que possamos descarregar um pouco de nossa monotonia antes de se descobrir doente.
Mas, se você está lendo isto é porque já está na hora de mudar de vida, deixar de ser controlado e passar a viver sua vida, encontrar a felicidade…
Qual o segredo?
Basta buscar auto conhecimento porque quando você era pequenino e sem manual de instruções não precisou de nada alem de você mesmo para ir experimentando e usando seu instinto através de sua intuição para aprender.
Assim aprendeu a andar, falar, correr… Por que não pode aprender a ser feliz?
Pode sim, busque ajuda porque se você não consegue encontrar seu caminho sozinho sempre haverá alguém que poderá te ajudar… Mas, lembre-se alguém só pode te ajudar a encontrar seu próprio eu, porque a felicidade é você quem faz experimentando.
Pense nisso!